Esbocei uma tela noturna com um fundo de vida, um tom de liberdade e um raio de magia. Pintei uma tela de segredos, em tons encantados de aventuras e um sombreado de medos. Criei uma tela colorida de procuras e descobertas. Aqui, tudo toca no Amor, com Amor. O Amor que em tudo toca...
sábado, 20 de novembro de 2010
O JARDIM DAS BORBOLETAS
Com o tempo vais percebendo que
para seres feliz com outra pessoa,
precisas, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebes também que aquela pessoa que amas
ou achas que amas, e que não quer nada contigo,
definitivamente, não é a pessoa da tua vida.
Aprendes a gostar de ti, a cuidar de ti e,
principalmente, a gostar de quem também gosta de ti.
O segredo é não correr atrás das borboletas...
é cuidar do jardim para que elas venham até ti.
No final das contas, tu vais achar,
não quem estavas à procura,
mas quem estava a procurar por ti...!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Segredos
Sonhos são pensamentos idílicos - esses são bons de recordar...
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Os Lobos Internos
"Está a travar-se uma luta dentro de mim. Uma luta terrível, entre dois lobos:
Um é o medo, a cólera, a inveja, a tristeza, o remorso, a arrogância a auto-piedade, a culpa, o ressentimento, a inferioridade e a mentira.

O outro é a paz, a esperança, o amor, a alegria, a delicadeza, a benevolência, a amizade, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé.
A mesma luta está a travar-se dentro de vocês e de todas as outras pessoas…"
As crianças puseram-se a refletir sobre o assunto e uma delas perguntou ao avô: " Qual dos lobos vencerá?"
O ancião respondeu:
" Aquele que for alimentado…"
Cada vez que decidimos trilhar algum caminho, alimentamos um desses dois lobos. Qual deles irá vencer dentro de ti? Reflete e faz as tuas escolhas.
Lenda dos Índios Cherokee
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
"Sê sábio, investindo no futuro.
O que ora te acontece resulta do passado que não podes remediar.
Mas, aquilo que irá suceder, depende do que realizes a partir de hoje.
Enquanto recolhes efeitos de ações passadas, estás atuando para consequências futuras.
Conforme semeares, assim colherás.
A tua fatalidade é o bem. Como atingi-lo, será opção tua, mediante ação rápida ou retardada e contra-marchas.
Ninguém está fadado ao sofrimento. Este é o resultado da escolha errada.
Investe no amanhã e serás feliz desde hoje."
Joanna de Angelis
sábado, 23 de outubro de 2010
A Pessoa Certa
Encontrei um "erro" que me complementa - é a minha pessoa "errada certa", a pessoa que é errada para mim do jeito certo! "Errado" é o contrário daquilo que esperamos ser certo.
A minha pessoa "errada certa" fez-me crescer e tornar menos errada... não para ele, nem para ninguém! Menos errada PARA MIM...
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
A Cura do Passado
Este texto fala do que me levou a iniciar este blog - "a cura do passado". Achava que, uma vez arrumado, voltaria tudo a ser como antes. Arrumava as mágoas, perdoava e retomava a história. Mas esta sequência, por mais lógica e cómoda que possa parecer, leva o seu (muito) tempo. Ou mesmo ao fim da história.
De algum modo, é preciso saber sempre quando uma etapa chega ao final…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que lhe damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo a questionar-se porque isso aconteceu… Pode dizer para si mesmo que não dará nem mais um passo enquanto não entender as razões de certas coisas, que eram tão importantes e sólidas na sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: para os seus pais, os seus amigos, os seus filhos, os seus irmãos... Todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos eles sofrerão ao ver que você está parado.Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já se foi embora e não tem a menor intenção de voltar.As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo no nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixe as recordações irem embora. Solte-as. Desprenda-se delas.
Ninguém está a jogar nesta vida com cartas marcadas, portanto, umas vezes ganhamos, outras vezes perdemos.Não espere que lhe devolvam algo, não espere que reconheçam o seu esforço, que descubram que é um génio, que entendam o seu amor.
Pare de ligar a sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso estará apenas a envenená-lo, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceites, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.Esqueça quem você era, e passe a ser quem é.
PAZ
São decisões empurradas pela mente, pelo ego controlador e sinistro, que foge da tua alma pois tem medo da força que ela tem. Volto a dizer – as decisões quando são tomadas respeitando a energia original têm uma força tremenda.
Porque tudo está no seu lugar quando uma pessoa se respeita, quando uma pessoa sabe que o que é melhor para si pode não ser o melhor para os outros. Sempre que tomares uma decisão, faz o seguinte
: nem que seja por um segundo, fecha os olhos e sente o teu peito. Mais do que isso. Sente a tua intuição.
Às vezes o peito sofre com as decisões que a nossa intuição nos diz que temos de tomar. Sente a tua intuição. Há paz? Há coerência energética? Há aquele sentimento tão antigo de que «tudo está no seu lugar»? Se sim, está certo. É a tua decisão mais acertada. Se não, já sabes o que tens de fazer."
Mensagens de Luz, A.S.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
A MINHA LUZ
É claro que precisas da minha luz.
Vai procurar-me, para te acalmares.
Procura-me na serenidade do mar.
Na luz das estrelas, na fúria do vulcão.Procura-me na imensidão dos campos,
na inconstância das flores e no barulho da chuva.
Encontra-me na profundeza dos oceanos e na diversidade das espécies. Procura-me na natureza.E se não me encontrares, é porque os teus olhos não estão preparados para me ver.
Nesse caso, fecha os olhos e olha para dentro. Olha para ti.
Vê-te. Reconhece-te. Ama-te. E eu, com certeza, estarei aí.in Mensagens de Luz, A.S.
domingo, 3 de outubro de 2010
vou onde as águas me levarem

Sinto-me como o leito de um rio: vou onde as águas me levarem. Não tenho vontades nem "quereres". Tenho as formas que o tempo moldou em mim com todas as vicissitudes das quatro estações, com toda a inconstância lunar. Os dias passam, as águas correm, ora límpidas ora barrentas. Por vezes resisto. Outras, deixo-me levar...
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Mais intenso que o meu medo
Mais fOrte que a minha razão.
Inexplicável desejo
Que apareceu repentinamente
Como uma estrela no céu a brilhar
Que encanta os nossos olhos.
Inocência de um beijo,
Desejo de um sabor,
Um único momento desejado
Que enlouquece o coração.
O mundo se torna único,
Nada em volta está aos olhos
Apenas um desejo e nossas sombras.
Inocente desejo
Que causa uma turbulência nos sentidos
E uma coragem ao coração.
Arrepia o corpo todo
E transparece no olhar
O desejo daquele gesto.
Um único beijo,
Um desejo realizado...
Seria a calma para os sentidos
A tranquilidade para o coração.
Desejo que percorre os pensamentos
E ultrapassa a razão.
Mas nada é p e r d i d o
Porque não é mais que um inocente desejo.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Não te amo!
Amo os teus olhos...
Não te amo!
Amo os teus lábios...
Não te amo!
Amo as tuas palavras...
Não te amo...
Não me deixas olhar-te!
Não me permites beijar-te!
Não me levas a ouvir-te!
Não te amo!
O tempo passará... Tu não existes!
Sei porque vieste. Sei porque surgiste do nada...
Vais continuar sem mim e eu vou continuar assim.
Fizeste-me mudar. Fizeste-me aceitar o que escondia para não me magoar.
Era mais fácil antes de existires... naquele outro plano que tanto me leva à loucura, como me chama à razão.
Olho o horizonte e não gosto do que vejo.
Mais uma vez, choro em silêncio.
Ninguém sabe... Ninguém vai ficar a saber.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Raiva e Amor
- Porque gritamos quando sentimos raiva? Porque é que as pessoas gritam umas com as outras quando estão chateadas?
Os discípulos pensaram um pouco, e um deles disse:
- Porque perdemos a calma, gritamos por isso...
- Mas porquê gritar quando a outra pessoa está tão perto de si? Não é possível falar com ele ou ela com uma voz suave? Porque você grita com uma pessoa quando está zangado?
Os discípulos deram-lhe algumas respostas, mas nenhuma satisfez o mestre.
Finalmente, ele explicou:
- Quando duas pessoas estão com raiva uma da outra, os seus corações distanciam-se muito. Para cobrir essa distância, eles têm que gritar para que se possam ouvir mutuamente. Quanto mais irritados estiverem, mais alto terão que gritar para se comunicarem através dessa grande distância.
Entretanto, o mestre perguntou:
- O que acontece quando duas pessoas se apaixonam? Elas não gritam uma com a outra. Elas falam suavemente. Porquê? Porque os seus corações estão muito próximos. A distância entre eles é muito pequena ...
E, por fim, ele disse:
- Quando elas se amam ainda mais, o que acontece? Elas não falam, somente sussurram, e ficam ainda mais próximas uma da outra no seu amor. Por último, elas não precisam sequer sussurrar, apenas se olham. E isso é tudo! Isso, é o quão perto estão duas pessoas quando se amam.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
ENTREGA-TE
Tu só podes aprender algo se esse algo estiver de acordo com a tua energia. Para poderes aprender algo com uma energia superior, terás de escolher abrir a tua energia para um nível superior. E assim acontece com tudo.
A própria aprendizagem. Como vocês dizem: «Todo o conhecimento é um autoconhecimento.» E eu digo – pura e simplesmente porque só poderás conhecer o que tens energia para absorver. O que não confere com a tua energia, passa-te ao lado. Não entra.Tens de te abrir. Tens de abrir o teu coração e deixá-lo subir para vibrações mais altas. Culpa, julgamento e medo fecham o teu coração. Amor incondicional abre-o. Vem cá acima. Medita. Encontra-te com a luz. Rende-te à luz.Admite a possibilidade de haver aqui em cima, no céu, uma luz imensa, protectora e amiga que te protege e ajuda, talvez não no que tu queres mas no que é bom para ti.Admite essa possibilidade de seres protegido pela luz. Desde que te entregues. Entrega-te. E a tua energia subirá. E, a partir daí, irás compreender e aprender coisas de uma muito maior amplitude.in Mensagens de Luz, A.S.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz
Na escola, admirava a capacidade que as minhas colegas tinham de cativar todas as atenções. Tinham um grupo alargado de seguidores, de ambos os sexos, que as acompanhavam para todo o lado. Achava-as bonitas e simpáticas... Aí, eu pensava: "Gostava tanto de ser como elas...!"
O tempo passou. Cresci. Essa admiração desvaneceu-se à medida que me fui apercebendo que essas colegas que tanto admirava, eram vazias por dentro, tal como os ovos em que se faz um furinho para ficar apenas com a casca para ornamentar. Hoje, cruzo-me com elas, e não as vejo mais bonitas que eu!
Não sou muito sociável... Tenho um número reduzido de conhecidos e ainda mais restrito de amigos. As pessoas olham de lado para mim porque falo muito pouco ou nada. Algumas, quando finalmente me conhecem como amigas, acabam por confessar que tinham uma má impressão de mim.
Hoje, não mais criança, consigo olhar para trás e observar essas colegas tão "sociáveis" - elas não cresceram interiormente - são pessoas vazias! E, tal como acontecia com elas, hoje oiço pessoas que falam imenso para cativar atenções, mas aquilo do que falam não tem o mínimo de interesse, assuntos fúteis, que "entram por um ouvido e saem por outro"!
Hoje apenas admiro pessoas pela sua beleza interior, pessoas que partilham a sua simplicidade, que respeitam a unicidade... Afasto-me de pessoas egoístas ou egocentristas, oportunistas ou exebicionistas... Não me tenho que preocupar em procurar amigos - eles vão cruzando naturalmente o meu caminho - pessoas com quem falo espontaneamente, com quem partilho alegrias e tristezas... Por vezes, só por um dia! Porque o meu coração sabe diferenciar um amigo de uma "carroça vazia".

"Certa manhã, bem cedo, quando ainda era pequeno, o meu pai, velho sábio, convidou-me para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Acedi com grande alegria e lá fomos nós, humedecendo os nossos sapatos com o orvalho da relva.
Parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:
- Estás a ouvir alguma coisa, para além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou a ouvir o barulho de uma carroça que deve estar a descer pela estrada.
- Isso mesmo... - disse ele - É uma carroça vazia. Sabes porquê?
- Não...! - respondi intrigado.
Então, o meu pai pôs-me a mão no ombro, olhou bem no fundo dos meus olhos e disse:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Não disse mais nada. Porém, deu-me muito que pensar.
Tornei-me adulto. E, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa, querendo demonstrar que é dono da verdade e da razão ou quando eu próprio, por distracção, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar a ouvir a voz do meu pai soando na clareira do bosque a dizer-me:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!"



